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Presidente da Conmebol diz que Libertadores sem times brasileiros seria como 'Tarzan sem Chita'




 

Presidente da Conmebol faz analogia infeliz ao falar sobre Libertadores sem clubes brasileiros

A fase de grupos da Libertadores e da Sul-Americana foi definida na noite de segunda-feira, mas um comentário do presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, acabou chamando mais atenção do que o próprio sorteio. Em meio às discussões sobre a possibilidade de um boicote dos clubes brasileiros à competição, Domínguez fez uma analogia polêmica ao afirmar que uma Libertadores sem times do Brasil seria como "Tarzan sem Chita".

A declaração aconteceu logo após o dirigente fazer um discurso em português condenando o racismo no futebol. No entanto, ao tentar reforçar a importância dos clubes brasileiros na competição, ele utilizou a figura do macaco Chita, companheiro do personagem Tarzan nos filmes e na TV. A fala repercutiu mal e gerou críticas, especialmente pelo contexto sensível do combate ao racismo no esporte.

A possibilidade de um boicote brasileiro foi levantada pela presidente do Palmeiras, Leila Pereira, em meio a uma série de polêmicas envolvendo a arbitragem e a organização do torneio. Questionado sobre o cenário de uma Libertadores sem clubes do Brasil, Domínguez respondeu:

— Isso seria como Tarzan sem Chita. Impossível — declarou o dirigente.

A repercussão negativa foi imediata, levando Domínguez a divulgar uma nota oficial pedindo desculpas pela analogia infeliz.

Bonecos do sorteio viram piada nas redes sociais

Além da polêmica envolvendo Domínguez, outro assunto chamou a atenção dos torcedores durante o evento: os bonecos utilizados no sorteio da Libertadores. Com aparência questionável, as mascotes acabaram virando motivo de piada nas redes sociais, sendo comparadas a personagens mal produzidos. Entre as brincadeiras, alguns internautas chegaram a dizer que "até o Zé Gotinha é mais bem feito".

Apesar das polêmicas, o sorteio definiu os confrontos da Libertadores 2025, e a expectativa para os jogos segue alta. Resta saber se a Conmebol conseguirá administrar as questões extracampo e garantir uma competição à altura da tradição sul-americana.

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